Batman, o Cavaleiro das Trevas

Uma dos meus heróis favoritos (talvez o favorito) é Batman. Também conhecido como o cavaleiro das trevas, Batman é dos poucos heróis que não possui poderes, mas com o seu intelecto, agilidade e capacidade de combate consegue-se equiparar a tantos outros heróis que os possuem. E é caricato porque em muitas séries de animação o Batman é quem normalmente resolve. Na série da Justice League isso acontecia com muita frequência.

Batman foi criado em 1939 pelo escritor Bill Finger e pelo artista Bob Kane e teve a sua estreia na revista Detective Comics #27, uma revista que publicava mensalmente várias histórias de super heróis. Fun fact sobre esta edição 27, foi 2ª revista de banda desenhada mais cara de sempre custando 4.23 Milhões de Dollars por uma versão de 9.4 em 10 (na escala que mede a qualidade de conservação). Só foi superada pela primeira revista de todas, a mítica Action Comics #1 de 1938 onde apresentava o herói Super Homem. Esta última foi vendida por 4.3 milhões de Dollars por uma versão de 9.4.

Voltando ao Batman, este já teve várias adaptações ao cinema. Mas para mim só existem duas: as de Michael Keaton e as de Christian Bale (não estou a contar com o novo de Ben Affleck por ainda não sei o que é que aquilo vai dar). Tudo o resto, diga-se Val Kilmer e George Cloney, são apenas miragens de algo que nunca devia ter acontecido mas infelizmente aconteceu.

Das versões que realmente contam, a minha preferida é a da saga criada por Cristopher Nolan e protagonizada por Bale. Mostra um Batman mais real, mais próximo do que o que um herói podia ser na nossa realidade com uma Gotham City idêntica a tantas outras grandes cidades americanas. Dos 3 filmes, os 2 primeiros estão muitos bons (principalmente o 2º com o Brilhante Joker de Heath Ledger). Quanto ao terceiro, deixou um pouco a desejar não deixando de ser um bom filme do Batman mas ficando pelos calcanhares dos seus antecessores.

Quanto ao que vem ai, Batman vs Superman, ainda não tenho opinião formada. Ben Affleck pareceu-me uma escolha muito estranha, no entanto é um bom actor e talvez consiga fazer um bom trabalho. O Fato deste novo filme é que não me convenceu. Acho que faz o personagem grande, quase parece um lutador de WWF… Não dá ao personagem aquele aspecto ágil que se espera do cavaleiro das trevas.

Por falar em Batman, é o personagem que mais versões tenho em Lego. Neste momento tenho 3 versões mas tenciono no Futuro arranjar mais, haja oportunidade. Considero que tenho 3 versões muito boas que se assemelham às versões do fato de Batman que houveram ao longo dos anos. O da esquerda parece o Batman de Keaton, o do meio o do Batman Adam West e o da direita mais próximo de Fatos mais recentes.

Lego Batman

Star Wars VII Trailers e TV Spots

Com o aproximar do dia 17 de Dezembro, há cada vez mais conteúdo sobre a história. No entanto ainda há muita especulação sobre o que realmente se vai passar no filme e mais importante: quem é quem. Ainda existem personagens que não foram desvendadas e ainda existem outros que, embora saibamos de antemão que vão participar no filme, ainda não foi revelado em que circunstâncias (refiro-me claro a Luke Skywalker).

No entanto os 2 teasers, o trailer e os 5 tv spots vão revelando alguns detalhes. No entanto, segundo li, apenas revelam o que se vai passar no primeiro terço do filme o que é fabuloso. Penso que JJ Abrams e a sua equipa estão a fazê-lo da maneira certa. Revelar um pouco para aguçar a curiosidade, mas nunca o suficiente para fazer spoiler da história e manter o mistério de forma a que possamos ser surpreendidos.

Decidi então compilar todos os teaser, trailers e tv spots que sairam até ao momento

Teaser Trailer #1

Teaser Trailer #2

Trailer #1

Trailer #1 Japonês

TV Spot #1

TV Spot #2

TV Spot #3

TV Spot #4

TV Spot #5

TV Spot #6

TV Spot #7

TV Spot #8

TV Spot #9

TV Spot #10

Clip #1

60 Second TV Spot

Verizon TV Spot

o2 TV Spot

Disney Channel Promo #1

Disney Channel Behind the scenes

Disney Channel Promo

Official Comic-Con 2015

Cavaleiros do Zodíaco

Saint Seiya

Uma das séries mais míticas da minha infância (e talvez de muitos rapazes da minha idade) é sem dúvida os Cavaleiros do Zodíaco (em japonês Saint Seiya). Para quem não sabe (ou não se lembra), a história dos cavaleiros do zodíaco centrava-se na figura de Seiya, um jovem cavaleiro que ganha a armadura de bronze de Pegasus, uma das 88 armaduras de bronze dos guardiões da deusa Athena.

Da minha infância lembro-me de ver, sem muito seguimento (dado que a rtp1 na época basicamente passava o episódio que queria) o primeiro arc do Saint Seiya. O primeiro arc centrava-se na armadura de ouro de sagitário. Começou com Seiya a participar numa competição chamada Galaxy Wars onde conhece aqueles que, inicialmente são adversários, mas que rapidamente se tornam os seus companheiros de luta:

  • Shun, Cavaleiro de Andrómeda
  • Shiryu, Cavaleiro de Dragão
  • Hyoga, Cavaleiro de Cisne
  • Ikki, Cavaleiro de Phoenix

Este arc dá uma série de voltas. O primeiro grande evento é Ikki, cavaleiro de Phoenix, a roubar o prémio do Galaxy Wars, a poderosa armadura de ouro de Sagitário. Entretanto Saori, a encarnação da Deusa Athena, é raptada e os 5 cavaleiros lançam-se numa jornada para a salvar que passa, numa primeira fase, por derrotar os Cavaleiros de Prata. Estes cavaleiros são, em teoria, mais fortes que os de bronze. Mas rapidamente fica provado que não é bem assim. Este arc acaba com os cavaleiros de Bronze a subir as 12 torres do santuário (equivalentes aos doze signos do nosso zodíaco) e a derrotar os cavaleiros de Ouro que se metem pela frente derrotando no final aquele que queria matar a deusa Athena.

Este foi o arc que me lembro de ver na televisão portuguesa. Recentemente tive acesso a todos os episódios da série e descobri que ainda havia mais história.

O Poseidon Arc onde os 5 cavaleiros possuem armaduras de Prata e vão derrotar os Cavaleiros de Poseidon, designados Marines, de modo a evitar que Poseidon destrua o mundo.

O Hades arc é o último segmento da história e aquele que não consegui ver até ao fim. Neste arc o objectivo é derrotar Hades, mas para o fazerem têm de derrotar os Cavaleiros de Ouro maus que entretanto foram ressuscitados por Hades e 108 Specters (os Cavaleiros negros de Hades). Neste último arc, os 5 cavaleiros vêem as suas armaduras serem actualizadas para as poderosas Armaduras Divinas que são muito Badass!

Como série de anime, penso que a série está muito bem conseguida em termos de universo que criou. A história, de forma geral, estava boa e prendia muito pelas armaduras. No entanto sofria da mesma doença que dezenas de série de anime de sucesso sofrem: como são baseadas em manga, têm tendência a empatar, fazendo render o peixe e por vezes colocando filers à mistura. No caso dos cavaleiros do Zodíaco lembro da saga dos cavaleiros de Aço, algo que claramente foi colado com cuspo no meio da série só porque o anime precisava de render mais o seu peixe.

A minha mulher e o meu cunhado, sabendo do carinho especial que eu tenho por esta série, ofereceram-me à uns anos a coleção praticamente toda da manga (até à data eram todos os livros de manga que tinham saído). É uma das minhas colecções mais preciosas e pela qual tenho mais carinho.

Cavaleiros do Zodíaco

 

Fantastic Four (2015)

FantasticFour2015

Recentemente tive oportunidade de ver o novo filme dos Fantastic Four. Não o tinha ido ver ao cinema porque desde que vi o trailer algo me cheira a esturro…

Ao ver o trailer nota-se logo que os poderes algo têm a ver com teletransporte (what?)… Depois a mudança do tocha humana… aparentemente Sue Storm foi adotada por uma família negra, daí o tocha ser negro… O porquê desta mudança, vá-se lá saber…

Só estas eram razões obvias para nem sequer perder tempo a ir ao cinema. Depois da estreia e da pontuação de 4.2 no imdb fiz bem em não perder esse tempo.

Não posso dizer que o filme seja mau, mas é fraco, muito fraco. Os actores não são brilhantes, pelo contrário. A história não ajuda nada… Desde os poderes serem ganhos num planeta distante, a Sue Storm nem sequer estava com o resto do grupo quando ganharam os poderes (leva literalmente por tabela), o tocha humana ser de raça negra, o edifício Baxter nem sequer existe na história. E o Doom? Não que no filme original a história do Doom estivesse bem contada… Neste filme o Doom é a personificação de poder. Desde matar pessoas com o olhar, até mover o chão, you name it…

Para quem não sabe (e estes senhores parecem não saber) o Dr Doom é um ser humano normal! Sim, o homem adquire ao longo dos anos poderes mágicos devido à sua mãe que era bruxa. Mas não passa de um humano. Um humano super inteligente que possui uma armadura idêntica à do Ironman com uma diferença: a máscara foi-lhe colocada quando ainda estava em brasa, daí ele nunca a tirar. Ele não é mega poderoso (FF 2015) nem tem o corpo coberto por uma liga metálica (FF 2005).

Apesar de não estar totalmente fidedigno, consigo preferir o Fantastic Four de 2005 a este de 2015. Primeiro porque está bem mais fidedigno. Segundo porque a história parece-me bem mais coesa (embora insípida). Terceiro porque tem a Jessica Alba.

Em resumo, penso que a Marvel devia repensar a direcção que querem dar ao franchise do Fantastic Four. Garantidamente não devem fazer mais nenhum filme com estes actores. Estes filmes devem ser feitos para os fans e é isso que ainda não fizeram até hoje. O que peço? Façam lá um terceiro reboot, mas façam-no bem!

Lego Ultron

Recentemente chegou o covil mais um vilão para a minha coleção de vilões MARVEL: o Ultron. Existe neste momento 3 versões do Ultron: A primeira, a versão prime e a versão danificado em combate. A que adquiri foi a versão Prime e devo dizer que está muito boa. Tem bastante detalhe no corpo, um aplique de efeito na cara (onde pode encaixar o resto do capacete, sem grandes armaduras ou acessórios. Está simples e fiel.

Juntamente com ela estão dois Sentry (aquela espécie de ratos que aparecem de todos os lados no filme). Sinceramente prefiro os Sentry sem nada, embora tenha mantido as peças que originalmente vinham com eles. O da esquerda é supostamente um Ultron Sentry Officer, figura que sinceramente não me lembro de ver no filme. O da direita é o Sentry normal acompanhado com aquelas pistolas que considero uma praga no mundo lego (além de serem feias, elas disparam mesmo… é parvo porque para a peça que dispara acertar no olho de uma criança é muito fácil…). No Entanto como é de exposição, deixei ficar a arma dado que foi assim que a lego idealizou o boneco.

Tenho que tirar uma foto de todos os meus vilões da Marvel e DC. São das figuras que mais gosto na minha colecção.

Ultron

Attack on Titan

Sempre fui um fan de anime. Quando era mais novo e tinha tempo explorei bastantes séries. Nos últimos anos só acompanhei duas (Naruto e Bleach) que entretanto acabaram (Em formato manga o Bleach ainda não acabou, embora esteja no capitulo final).

Muitas vezes passou-me no radar uma nova série de anime que estava com um hype imenso a nível mundial… Deixei um pouco em stand by explorar o que realmente era o Attack on Titan (original Shingeki no Kyojin) mas, quando vi que ia sair o filme, decidi explorar melhor a história e ver o primeiro episódio para ver o aspecto… e foi ai que aconteceu…

Cada vez que via um episódio eu queria mais e mais e mais… não consegui parar enquanto a season não acabou. Foram largas horas ao final do dia depois das minhas mulheres estarem a dormir. Devo ter despachado a primeira season em cerca de 5 dias. Foi obra para mim simplesmente porque à muito que uma série de anime não me atraía e à muito que uma série não me deixava tão curioso (e também porque raramente de deito depois da 1 hora).

O argumento é simples: A raça humana está confinada a uma cidade com enormes muralhas, muralhas essas que protegem os humanos de criaturas chamadas Titans. Ninguém sabe a sua origem. Apenas se sabe que um dia estes Titans apareceram e que começaram a literalmente comer humanos. Têm diferentes tamanhos e parecem-se com seres humanos translocados, gigantes e assexuados. Contar mais do que isto seria fazer spoilers e iria retirar todo o mistério da série.

A série continua no manga e está bastante à frente do que aconteceu no final do anime. No ano de 2016 já temos a segunda season e estou ansioso.

Este anime é sem dúvida recomendado pelo Covil!

Almirante Ackbar

Almirante Ackbar é o conhecido almirante do episódio VI responsável por coordenar o ataque à estrela da morte 2.

Segundo meu conhecimento esta figura apenas está presente em 4 conjuntos lego:

  • 7754-1: Home One Mon Calamari Star Cruise – Um set alusivo à nave onde se fez a reunião antes da batalha, a Mon Calamari.
  • 75003: A-wing Starfighter – um A-wing que vem com o piloto, o Han Solo e o Almirante Ackbar. Não sei porque o Han e o almirante vêem neste set. Parece que caíram lá de paraquedas.
  • 852843: Star Wars Magnet Set – Um imans em que provavelmente a minifigura está colada
  • Collectable Display Set 2 – Um exclusivo comic con 2009 com 3 figuras: General Madine, Admiral Ackbar e Luke Skywalker

Segundo me apercebi a figura é exactamente igual em todos eles portanto não sei qual a origem da minha. De certeza que não foi no set da Comic Con. Esses conjuntos são limitados (este apenas teve 300 unidades) e costumam atingir preços proibitivos só por serem exclusivos. Sim, mesmo que sejam exactamente iguais a outras figuras, só por terem o selo Comic Con, o preço dispara. Provavelmente a minha figura terá vindo do set do A-Wing.

Esta uma daquelas figuras icónicas que é obrigatório ter quando se colecciona figuras Star Wars. E quem não se lembra da celebre frase do episódio VI: “It’s a trap!”

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MacGyver re what?

Pois… deparei-me com uma notícia estranha onde dizia que a cbs, estação norte-americana de televisão, estava-se a preparar para fazer um reboot da série MacGyver.

Facto é que eu adorava o MacGyver. É talvez a minha série de TV preferida de infância. Gostava tanto da série que o meu Pai a certo ponto me comprou um canivete suísso igual ao dele (na verdade ele mudava de canivete todos os episódios, but that’s not the point…). Era épico ver MacGyver a inventar as engenhocas mais geniais com aquilo que tinha disponível. E o Murdoc? Lembram-se do Murdoc? O arqui inimigo de MacGyver que parecia nunca morrer? Eram os meus episódios preferidos.

Coisas boas à parte, mexer em MacGyver é como abrir uma caixa de pandora. Não se abre, ponto! Deve estar bem guardado na nossa memória de infância e idolatrar o herói que achávamos invencível devido à sua arte e engenho. Já se tentou fazer com o Justiceiro e não resultou (ver Knight Rider de 2008). Pelo contrário… era mais uma série de publicidade à mustang onde o K.A.R.R. era um… Mech… oh well…

Infelizmente sei que provavelmente vão fazer a série porque vão ignorar completamente a minha opinião (não sei porquê…). Também sei que a vou ver (a não ser que seja muito má). No entanto, sugiro algo: nunca revejam o MacGyver… deixem lá estar os episódios bem guardados…. não digam que não os avisei. Numa palavra: mau… muito mau…

E para recordar:

 

O Desastre de Avião

Deparei-me hoje com uma história brutal sobre alguém que conhecia de nome, mas não sabia que tinha sido um acontecimento tão marcante que ditou a sua mudança de uma carreira.

Em 1957, num voo da Pan Am que ligava Calcutá a New York, um dos motores falhou o que levou ao sobre-aquecimento do 2º motor. Isto fez com que o motor se incendiasse e o avião começasse a cair.

Durante este aparato, o co-piloto levantou-se e foi tentar confortar uma senhora. O avião acabou por cair e cerca de 20 pessoas sobreviveram. Essas cerca de 20 pessoas separam-se em 2 grupos e um deles acabou por encontrar civilização o que possibilitou o seu salvamento.

Depois desta aventura, o co-piloto apercebeu-se que a vida é efémera e tudo pode acabar num ápice. Decidiu deixar o emprego na Pan Am e dedicou-se à vida de escritor.

Este co-piloto chamava-se Gene Roddenberry e é o criador de uma das maiores séries de ficção cientifica de todos os tempos: Star Trek.

história adaptada de The Oatmeal

Achei a história bastante interessante porque só mostra que por vezes precisamos de um abanão na vida para a começar-mos a aproveitar e fazermos aquilo que realmente gostamos.