HE-MAN e Thundercats

O que é que HE-MAN e Thundercats têm em comum? Bom à primeira vista absolutamente nada. Mas em Outubro vão ter tudo.

He-Man e ThunderCats

A Mattel em parceria com a DC Comics acabaram de anunciar um crossover épico entre os dois universos. Imaginem o que é juntar o mundo de Lion-O e Mumm-Ra com o universo de He-Man e Skeletor. São dois dos desenhos animados mais épicos da infância de muitos adultos, duas séries que viraram fenómenos na sua altura e agora vão ver os seus universos a colidir.

A história vai ser trazida à vida por Rob David, líder da equipa de argumentistas da Mattel, e a sua equipa, pelo produtor Loyd Goldfine e pelo artista Freddie E. Williams II, responsável por comics como Batman ou Tartarugas Ninja.

A sinopse apontada pela DC é a seguinte: “No seu desejo eterno de destruir os poderosos ThunderCats, o vilão Mumm-Ra procura uma arma que possa rivalizar com a legendária Sword of Omens: a espada do poder de He-man! Mas este cruzamento de dimensões vai iniciar um cataclismo que, pela primeira vez, vai unir Lion-O, Cheetara, Tygra, Panthro, WilyKit e WilyKat com He-Man, Battlecat, Teela, Man-At-Arms e o resto de Masters of the Universe”.

A colecção vai começar a ser lançada a 5 de Outubro e é constituída por 6 volumes. Uma colecção que eu não vou perder.

(fonte)

O filho vermelho chegou ao Covil

Red Son

“E se o Super Homem tivesse caído na união soviética?”. Esta é a permissa da história de BD da autoria de Mark Miller. Em Superman Red Son, a nave de Kal’el cai numa pequena terra da Ucrânia e não no Kansas mudando completamente o mundo à sua volta. Nesta história passada no auge da Guerra fria, Super Homem simboliza o poder da União Soviética de Staline e do socialismo.

Ainda só li as primeiras páginas mas parece-me uma grande obra de ficção. Ansioso por lhe deitar as mãos e acabá-la. Uma coisa é cerca: estou ansioso por descobrir o Batman soviético. Épico!!!

Superman Red Son

Colecção Super Heróis DC

Soube recentemente de uma colecção de banda desenhadas que estava a ser editada pelo público de nome Super-Heróis DC. Apesar de ser muito raro nos dias de hoje comprar comics em português, após avaliar a qualidade fiquei rendido.

Esta colecção agrega histórias daquilo que foi apelidado pela DC de os novos 52. Os novos 52 não é mais que o reboot de todas as histórias da DC Comics. Foram abandonadas as míticas Action Comics e Detective Comics, as origens foram reescritas a numeração começou do 1.

Esta colecção da Levoir começa com a origem do grupo de super heróis mais famoso da DC, a Justice League of America contada pelas mãos de Geoff Johns, Jim Lee e Scott Williams. São 6 BDs condensadas em capa rígida de bastante qualidade, com uma pequena nota introdutória sobre o universo DC onde explica toda a evolução das comics da DC até a chegar às histórias desta colecção.

Liga da Justiça

Curioso que mal comecei a esta primeira história algo me soou-me muito familiar. Acontece que a DC lançou em Janeiro de 2014 um filme de animação de nome Justice League: War baseado exactamente nesta mesma história (ver trailer abaixo).

Em jeito de resumo, são 9.90€ por um livro de banda desenhada que agrega uma história completa. São um total de 15 livros que saem todas as quintas-feiras com o jornal Público. Já vai no volume 3 (saiu hoje), no entanto é possível através do site comprá-los individualmente ou a colecção completa.

DC Comics vai relançar clássicos da Hanna Barbera

Aqueles que têm mais de 25/30 anos de certeza se lembram da Hanna Barbera. A Hanna Barbera foi uma empresa fundada em 1957 nos Estados Unidos que dominou o panorama das séries de animação durante cerca de 30 anos (até aos anos 90) com clássicos como Scooby Doo, The Jetsons, The Flintstones, Yogi Bear ou The Smurfs. Após o ano 2000, a empresa que detinha Hanna Barbera, a Turner, fundiu-se com a Warner e o nome Hanna Barbera desapareceu completamente sendo todos clássicos atrás referidos parte integrante do universo Warner.

Agora, em 2016, a DC vai revitalizar algumas dessas séries míticas dando-lhes um update para o novo século. Infelizmente por agora é só em modo Banda Desenhada. Quiçá no futuro possamos ter séries de televisão.

Scooby Doo Apocalypse

Scooby Doo Apocalypse
Créditos da Imagem: DC Comics

Freddie, Velma, Daphne, Shaggy e Scooby-Doo vão ter que salvar o mundo de uma experiência que correu mal. O mundo está cheio de monstros mutados por um virus de nanite que aumenta os seus medos, terrores e instintos básicos. Desta vez os monstros são reais numa aventura pós apocaliptica onde os nossos heróis vão ter de usar todas as suas capacidade de resolução de mistério para sair desta embrulhada. A história vai ser escrita por Jim Lee and Keith Giffen (Justice League 3001) e a arte por Howard Porter (Suoerman).

Penso que é uma abordagem muito radical ao Scooby Doo. Acaba por ser um total remake ao core da história, deixando se ser um mistério de monstros que eram sempre falsos, para uma realidade onde os monstros são bem reais e a equipa de Mystery Machine são quase os Ghostbusters do sítio.

Future Quest

Future Quest
Créditos da Imagem: DC Comics

Esta é uma história que junta o aventureiro mais icónico do mundo de Hanna Barbera, Jonny Quest, e o seu companeiro Hadji, com um conjunto de heróis de outras séries criadas pela mesma empresa. Temos Space Ghost, The Herculois, Birdman, Mightor e Frankenstein Jr, e muitas outras. Muitas destas séries infelizmente não me lembro e não sei se alguma vez chegaram a passar na televisão portuguesa.

Esta banda desenhada vai ser trazida à vida por Writer Jeff Parker (Aquaman, Justice League United, Batman ’66) e o artista Evan “Doc” Shaner (Justice League Darkseid War: Green Lantern).


Créditos das Imagens: DC Comics

Wacky Raceland

Wacky Raceland
Créditos das Imagens: DC Comics

Uma das séries mais míticas que deu na televisão portuguesa vai ser totalmente refeita e, ao que parece, deixa de ser a série cómica e goofy para passar a ser uma série em que de Wacky Race só tem mesmo o conceito dos carros.

Numa época de esperança e inocência com a Utopia na linha da chegada deu caminho a um Armageddon planetário e um deserto cheio de lagos radioactivos, tempestades de nanotecnologia e mutantes canibais. Contra estas adversidades, os Wacky Racers continuam a sua corrida, mas agora numa competição para a sobrevivência, onde só pode haver um vencedor quando a bandeira de vencedor for largada (adaptado e traduzido da descrição original da DC).

Esta série vai ser trazida à vida pelo escritor Ken Pontac (Reboot, happy Tree Friends), o artista Leonardo Manco (Hellblazer) e o design dos veículos por Mark Sexton (Mad Max: Fury Road).

The Flinstones

Flintstones
Créditos das Imagens: DC Comics

Esta é a família mais conhecida da pre-história e, segundo a DC, pouca coisa vai mudar nos hábitos de Fred, Wilma, Barney e Bety. Muda o aspecto trazido pela artista Amanda Conner (Harley Quinn, Starfire) e a direcção da história que agora é dada pelo escritor Mark Russell (Prez, God is Disappointed in You). Só esperemos que este novo take à série não acabe com o tom cómico que a sempre nos habituou.

Enquanto esperamos que estas séries cheguem de novo à televisão, as bandas desenhadas vão estar disponíveis nas bancas a partir de Maio, isto nos Estados Unidos. Por cá penso que estarão presentes pela mesma altura em lojas da especialidade ou então sempre através do ebay ou amazon.

Comic Con 2015

Comic Con Portugal 2015

Está neste momento a realizar-se em Portugal a segunda edição da Comic Con na Exponor, Porto. Este ano conta com ilustres como John Noble (Fringe), Nathalie Emmanuel (Game of Thrones), Linden Ashby e Susan Walters (House of Wolves) só para inumerar alguns deles. Sei que Jason Mamoa (Stargate Atlantis, Game of Thrones e futuro Aquaman) ia estar presente mas aparentemente cancelou.

Infelizente e devido à distância que me separa da Exponor, não vou consegui estar presente. É daquilo tipo de festivais que tem tudo a ver comigo. A cultura Pop no seu auge. Sci fi, Anime, Manga, Videojogos, BD… tudo coisas que eu adoro. Independentemente de tudo é de louvar este tipo de iniciativas em Portugal e ter a esperança que no futuro a façam num sítio mais central (vá.. Lisboa.. FIL… just saying…).

Entretanto, e como não vou lá estar este ano, fica o video magnífico de uma Comic Con que aconteceu este ano em Nova York. Absolutamento brutal a qualidade de alguns destes fatos.

Batman, o Cavaleiro das Trevas

Uma dos meus heróis favoritos (talvez o favorito) é Batman. Também conhecido como o cavaleiro das trevas, Batman é dos poucos heróis que não possui poderes, mas com o seu intelecto, agilidade e capacidade de combate consegue-se equiparar a tantos outros heróis que os possuem. E é caricato porque em muitas séries de animação o Batman é quem normalmente resolve. Na série da Justice League isso acontecia com muita frequência.

Batman foi criado em 1939 pelo escritor Bill Finger e pelo artista Bob Kane e teve a sua estreia na revista Detective Comics #27, uma revista que publicava mensalmente várias histórias de super heróis. Fun fact sobre esta edição 27, foi 2ª revista de banda desenhada mais cara de sempre custando 4.23 Milhões de Dollars por uma versão de 9.4 em 10 (na escala que mede a qualidade de conservação). Só foi superada pela primeira revista de todas, a mítica Action Comics #1 de 1938 onde apresentava o herói Super Homem. Esta última foi vendida por 4.3 milhões de Dollars por uma versão de 9.4.

Voltando ao Batman, este já teve várias adaptações ao cinema. Mas para mim só existem duas: as de Michael Keaton e as de Christian Bale (não estou a contar com o novo de Ben Affleck por ainda não sei o que é que aquilo vai dar). Tudo o resto, diga-se Val Kilmer e George Cloney, são apenas miragens de algo que nunca devia ter acontecido mas infelizmente aconteceu.

Das versões que realmente contam, a minha preferida é a da saga criada por Cristopher Nolan e protagonizada por Bale. Mostra um Batman mais real, mais próximo do que o que um herói podia ser na nossa realidade com uma Gotham City idêntica a tantas outras grandes cidades americanas. Dos 3 filmes, os 2 primeiros estão muitos bons (principalmente o 2º com o Brilhante Joker de Heath Ledger). Quanto ao terceiro, deixou um pouco a desejar não deixando de ser um bom filme do Batman mas ficando pelos calcanhares dos seus antecessores.

Quanto ao que vem ai, Batman vs Superman, ainda não tenho opinião formada. Ben Affleck pareceu-me uma escolha muito estranha, no entanto é um bom actor e talvez consiga fazer um bom trabalho. O Fato deste novo filme é que não me convenceu. Acho que faz o personagem grande, quase parece um lutador de WWF… Não dá ao personagem aquele aspecto ágil que se espera do cavaleiro das trevas.

Por falar em Batman, é o personagem que mais versões tenho em Lego. Neste momento tenho 3 versões mas tenciono no Futuro arranjar mais, haja oportunidade. Considero que tenho 3 versões muito boas que se assemelham às versões do fato de Batman que houveram ao longo dos anos. O da esquerda parece o Batman de Keaton, o do meio o do Batman Adam West e o da direita mais próximo de Fatos mais recentes.

Lego Batman