Curiosidades de One Punch Man

Quando estava a investigar informação sobre o Manga de One Punch Man para escrever o post anterior, deparei-me com algumas curiosidades interessantes sobre a origem desta série.

One Punch Man foi criado por um artista de Manga chamado One. One publicou inicialmente One Punch Man como webcomic no seu site pessoal. No entanto, por volta de 2012, o Manga teve tanto sucesso que um artista de nome Yusuke Murata o abordou e quis recriar a série mas em bom. Foi ainda em 2012 que One Punch Man foi licenciado pela Viz Media e começou a ser um regular na Weekly Shonen Jump. Só para terem a ideia da diferença de nível entre os dois artistas, abaixo à esquerda temos o trabalho original de One e à direita o trabalho de Murata:

One Punch Man Comic

A um nível diferente não acham?

Por volta 2015 foi anunciado a versão anime de One Punch Man. A primeira temporada já acabou e é constituída por 12 episódios. Rumores dizem que a segunda temporada irá estrear em Novembro de 2016. Esperemos que sim, porque é uma série muito boa. Tão boa que sites de streaming de anime colocam a série no top 5 das séries a não perder.

A quem estiver curioso, aqui ficam 2 links uteis:

  • Manga Original – a versão original criada por One. O site está em japonês, mas facilmente se encontram os Manga no fundo da página. Em alternativa, existem sites mais internacionais como o My Manga.
  • Manga Recriado – a versão criada por Yusuke Murata que segue a história original, mas recriada com arte muito melhorada.

One Punch Man

One Punch Man

Por várias vezes já tinha visto referência ao herói do manga Japonês One Punch Man. Confesso que ainda não tinha pesquisado sobre a série, mas sabia que o seu herói era colocado ao nível de heróis como Son Goku.

Enquanto via o filme de Deadpool ouvi uma conversa entre dois jovens que estavam atrás de mim onde um deles falava de One Punch Man e como a série valia mesmo a pena.

Foi então que decidi pesquisar e verifiquei que o anime apenas tinhas 12 episódios o que é excelente porque é um anime bastante pequeno e é quase como uma quick win em termos de cultura geek: rápido de se ver e finalmente percebia o que raio é One Punch Man.

A história gira em torno de um personagem de nome Saitama, um herói frustado de tão poderoso que é que não consegue arranjar ninguém que consiga estar em pé de igualdade. Nos primeiros episódios ele arranja um discípulo de nome Genos, um cyborg de 19 anos super poderoso. No decorrer da história, é dado a conhecer a Saitama a Hero Association, uma associação que visa registar e atribuir a todos os heróis um ranking. De forma muito cómica Genos acaba por ficar no grupo de heróis com o rank de S, o mais alto na associação e considerados heróis de elite, enquanto Saitama fica-se pelo rank C, o que significa que fica posicionado juntamente com os heróis mais fracos da associação. O resto da temporada é passada com Saitama a tentar subir no ranking e a tentar encontrar um inimigo que consiga equiparar-se com ele. O que me leva ao último episódio da temporada que como não quero fazer spoilers terão de ver por vocês mesmo.

Achei que esta série Japonesa tem um enorme potencial. Tive a sensação de ser uma mistura de Dragon Ball, por causa das batalhas épicas, como One Piece, devido aos heróis e inimigos cómicos que vão aparecendo, e com um toque final de Bleach onde em todos os episódios um novo inimigo surge para testar o nosso herói. No entanto, o caso de One Punch Man, e como o nome da série indica, Saitama acaba tudo ao primeiro murro. De certo recomendo vivamente a todos os fans do género a ver o anime ou a ler o manga.

Comic Con 2015

Comic Con Portugal 2015

Está neste momento a realizar-se em Portugal a segunda edição da Comic Con na Exponor, Porto. Este ano conta com ilustres como John Noble (Fringe), Nathalie Emmanuel (Game of Thrones), Linden Ashby e Susan Walters (House of Wolves) só para inumerar alguns deles. Sei que Jason Mamoa (Stargate Atlantis, Game of Thrones e futuro Aquaman) ia estar presente mas aparentemente cancelou.

Infelizente e devido à distância que me separa da Exponor, não vou consegui estar presente. É daquilo tipo de festivais que tem tudo a ver comigo. A cultura Pop no seu auge. Sci fi, Anime, Manga, Videojogos, BD… tudo coisas que eu adoro. Independentemente de tudo é de louvar este tipo de iniciativas em Portugal e ter a esperança que no futuro a façam num sítio mais central (vá.. Lisboa.. FIL… just saying…).

Entretanto, e como não vou lá estar este ano, fica o video magnífico de uma Comic Con que aconteceu este ano em Nova York. Absolutamento brutal a qualidade de alguns destes fatos.

Cavaleiros do Zodíaco

Saint Seiya

Uma das séries mais míticas da minha infância (e talvez de muitos rapazes da minha idade) é sem dúvida os Cavaleiros do Zodíaco (em japonês Saint Seiya). Para quem não sabe (ou não se lembra), a história dos cavaleiros do zodíaco centrava-se na figura de Seiya, um jovem cavaleiro que ganha a armadura de bronze de Pegasus, uma das 88 armaduras de bronze dos guardiões da deusa Athena.

Da minha infância lembro-me de ver, sem muito seguimento (dado que a rtp1 na época basicamente passava o episódio que queria) o primeiro arc do Saint Seiya. O primeiro arc centrava-se na armadura de ouro de sagitário. Começou com Seiya a participar numa competição chamada Galaxy Wars onde conhece aqueles que, inicialmente são adversários, mas que rapidamente se tornam os seus companheiros de luta:

  • Shun, Cavaleiro de Andrómeda
  • Shiryu, Cavaleiro de Dragão
  • Hyoga, Cavaleiro de Cisne
  • Ikki, Cavaleiro de Phoenix

Este arc dá uma série de voltas. O primeiro grande evento é Ikki, cavaleiro de Phoenix, a roubar o prémio do Galaxy Wars, a poderosa armadura de ouro de Sagitário. Entretanto Saori, a encarnação da Deusa Athena, é raptada e os 5 cavaleiros lançam-se numa jornada para a salvar que passa, numa primeira fase, por derrotar os Cavaleiros de Prata. Estes cavaleiros são, em teoria, mais fortes que os de bronze. Mas rapidamente fica provado que não é bem assim. Este arc acaba com os cavaleiros de Bronze a subir as 12 torres do santuário (equivalentes aos doze signos do nosso zodíaco) e a derrotar os cavaleiros de Ouro que se metem pela frente derrotando no final aquele que queria matar a deusa Athena.

Este foi o arc que me lembro de ver na televisão portuguesa. Recentemente tive acesso a todos os episódios da série e descobri que ainda havia mais história.

O Poseidon Arc onde os 5 cavaleiros possuem armaduras de Prata e vão derrotar os Cavaleiros de Poseidon, designados Marines, de modo a evitar que Poseidon destrua o mundo.

O Hades arc é o último segmento da história e aquele que não consegui ver até ao fim. Neste arc o objectivo é derrotar Hades, mas para o fazerem têm de derrotar os Cavaleiros de Ouro maus que entretanto foram ressuscitados por Hades e 108 Specters (os Cavaleiros negros de Hades). Neste último arc, os 5 cavaleiros vêem as suas armaduras serem actualizadas para as poderosas Armaduras Divinas que são muito Badass!

Como série de anime, penso que a série está muito bem conseguida em termos de universo que criou. A história, de forma geral, estava boa e prendia muito pelas armaduras. No entanto sofria da mesma doença que dezenas de série de anime de sucesso sofrem: como são baseadas em manga, têm tendência a empatar, fazendo render o peixe e por vezes colocando filers à mistura. No caso dos cavaleiros do Zodíaco lembro da saga dos cavaleiros de Aço, algo que claramente foi colado com cuspo no meio da série só porque o anime precisava de render mais o seu peixe.

A minha mulher e o meu cunhado, sabendo do carinho especial que eu tenho por esta série, ofereceram-me à uns anos a coleção praticamente toda da manga (até à data eram todos os livros de manga que tinham saído). É uma das minhas colecções mais preciosas e pela qual tenho mais carinho.

Cavaleiros do Zodíaco

 

Attack on Titan

Sempre fui um fan de anime. Quando era mais novo e tinha tempo explorei bastantes séries. Nos últimos anos só acompanhei duas (Naruto e Bleach) que entretanto acabaram (Em formato manga o Bleach ainda não acabou, embora esteja no capitulo final).

Muitas vezes passou-me no radar uma nova série de anime que estava com um hype imenso a nível mundial… Deixei um pouco em stand by explorar o que realmente era o Attack on Titan (original Shingeki no Kyojin) mas, quando vi que ia sair o filme, decidi explorar melhor a história e ver o primeiro episódio para ver o aspecto… e foi ai que aconteceu…

Cada vez que via um episódio eu queria mais e mais e mais… não consegui parar enquanto a season não acabou. Foram largas horas ao final do dia depois das minhas mulheres estarem a dormir. Devo ter despachado a primeira season em cerca de 5 dias. Foi obra para mim simplesmente porque à muito que uma série de anime não me atraía e à muito que uma série não me deixava tão curioso (e também porque raramente de deito depois da 1 hora).

O argumento é simples: A raça humana está confinada a uma cidade com enormes muralhas, muralhas essas que protegem os humanos de criaturas chamadas Titans. Ninguém sabe a sua origem. Apenas se sabe que um dia estes Titans apareceram e que começaram a literalmente comer humanos. Têm diferentes tamanhos e parecem-se com seres humanos translocados, gigantes e assexuados. Contar mais do que isto seria fazer spoilers e iria retirar todo o mistério da série.

A série continua no manga e está bastante à frente do que aconteceu no final do anime. No ano de 2016 já temos a segunda season e estou ansioso.

Este anime é sem dúvida recomendado pelo Covil!